No último domingo do ano litúrgico, celebramos
a Solenidade de Nosso Senhor Jesus
Cristo, Rei do Universo. Tal celebração foi estabelecida
no século passado pelo Papa
Pio XI (1922-1939) com a Encíclica Quas Primas (11 de novembro
de 1925). A referida solenidade reconhece a extensão do senhorio de
Jesus, o Rei do universo, sobre todas as pessoas, famílias, cidades, povos e
nações, governos e instituições, em síntese, a realeza de Jesus sobre o mundo.
No contexto do Papa Pio XI, havia regimes políticos que se consideravam como
superiores a todos e a tudo. A Igreja professa, então, que Jesus é o único e
verdadeiro Rei que tem aspectos singulares: nunca usou uma coroa de ouro, mas
apenas uma de espinho na sua crucificação; nunca teve uma capa escarlate com
fios de ouro, mas um manto tecido por sua gente; nunca morou em um suntuoso
palácio, mas se abrigava na casa daqueles que o acolhiam... A realeza de Jesus
ensina-nos um jeito diferente de ser rei, um jeito pastor de amar o rebanho.
Esse é o Rei Jesus, um Rei que pede para dar de comer a quem tem fome, dar de
beber a quem tem sede, acolher o imigrante, vestir o nu, cuidar do doente e
visitar os presos (cf. Mt 25,31-46), ou seja, pede para exercermos a caridade.
A posição de tal solenidade no final do ano litúrgico demonstra, justamente, o
caráter de que no fim dos tempos, na parusia, todos reconhecerão quem é o
verdadeiro Rei do universo, de onde viemos e para onde voltaremos.
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